terça-feira, 30 de junho de 2009

Mãe


Desenho de Emília Matos e Silva, Retrato de Fernanda Mattos e Silva (1978).
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Não por acaso o teu ventre fecundo
me gerou. Amado fui desde o momento
zero a criança depois e assim sempre
serei. Por isso minha mãe fonte primeira
de águas calmas em manhã de Setembro
a minha voz na tua se confunde. O amor
do meu origem és: primeira a quem amei.
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Poema de João Mattos e Silva (1987).

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A Corrente


Pintura de Emília Mattos.
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Uma corrente é sempre uma constante.
Imensidade ligada de infinito.
esta corrente me prende e perpetua.
Inserto nesse espaço eu sou um elo
da corrente que em mim se continua.
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Poema de João Mattos e Silva (1972).

domingo, 28 de junho de 2009

Descobridores


Pintura de Emília Matos e Silva, Rodopio, 1997.
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Foram porém descendo
costa a costa
a terra. E era virgem
a vaga que roçava
languidamente as naus
e as vidas como a dizer
além além além.

E descobriram areais
apenas abraçados a marés ausentes
grandes silêncios o canto
das sereias e o pulsar da terra
adolescente e pura.

Esta gente que partiu ignota
das praias do Restelo à aventura.
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Poema de João Mattos e Silva, Marítimo Caminho, 1997.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

São Pedro



Pintura sobre uma estátua de São Pedro feita por Emília Matos e Silva, em 2009.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Casa do castelo de Leiria


Pintura de Emília Matos e Silva, baseada em fotografias. Representa a casa de Leiria, junto do castelo, que era da família de João Miguel Elias.

terça-feira, 23 de junho de 2009

A Igreja e o Castelo do Redondo


Pintura de Emília Matos e Silva, por encomenda dos meus avós paternos, que viviam no Redondo.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O Menino Jesus


Pintura de Alda Silva (assinada AM).

sábado, 20 de junho de 2009

Natureza-morta com frutos


É uma pintura que representa uma natureza-morta com frutos de outono. Faz lembrar pinturas com temas semelhantes pintadas por Columbano, sobretudo pelo colorido em tons de vermelho, amarelo e castanho, fazendo sobressair os frutos claros do fundo escuro. O melhor desta obra, para mim, é a romã, nomeadamente pelo vermelho luminoso das suas bagas.

Retrato de um velho


Pintura de Alda Silva. É um excelente retrato de uma figura masculina.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A Quinta do Alperce


Pintada em Abril de 1939, esta aguarela de Fernanda Matos e Silva (minha avó), representa um recanto da Quinta do Alperce onde ela gostava de estar a ler. Lembro-me da minha avó me falar com carinho das suas memórias de infância na Quinta e especialmente deste local. Um dia ofereceu-me esta aguarela, o que para mim foi uma honra. Além da qualidade como pintura, há também o valor de memória do local. Local que hoje já não existe por certo. Onde era a Quinta do Alperce passou a ser a Alameda D. Afonso Henriques.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Duas Crianças

Pintura a aguarela de Emília Mattos.

terça-feira, 16 de junho de 2009

A Curiosidade


Pintura de Emília Mattos, 1890.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O Capuchinho Vermelho

A minha tia Alda fazia muitas vezes este tipo de trabalhos, misturando pintura com tecido: recortava algumas zonas que deixavam transparecer o tecido, neste caso, o vermelho.
Assinado: A. Marinha.

Esta pintura é inspirada numa estampa antiga (original de 1868), mas parece-me que a menina pintada pela Tia Alda é mais bonita: